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PRESIDENTE DA PETROBRÁS FALA SOBRE EXPECTATIVA PARA PERFURAR POÇOS DE PETRÓLEO NO AMAPÁ EM 2024

PRESIDENTE DA PETROBRÁS FALA SOBRE EXPECTATIVA PARA PERFURAR POÇOS DE PETRÓLEO NO AMAPÁ EM 2024
Jean Paul Prates voltou a defender a perfuração de poços de petróleo na Margem Equatorial - área marítima que se estende por mais de 2,2 quilômetros a partir da costa, desde o Amapá até o Rio Grande do Norte – considerada promissora como o pré-sal.

O Ibama concedeu licença para exploração na Bacia Potiguar, que abarca o litoral do Rio Grande do Norte e do Ceará. Mas a petrolífera busca autorização para perfurar poços até o Amapá, incluindo a Bacia da Foz do Amazonas.

“Quero deixar bem claro que não há absolutamente nenhum conflito intergovernamental sobre esse assunto”, disse ao se referir à ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. “Respeitamos o momento e a necessidade de fazerem alterações e novas exigências ao processo de licenciamento.”

Prates afirmou que um período de mais seis meses ou menos seis meses no processo de licenciamento faz pouca diferença. Ele disse acreditar que a Avaliação Pré-Operacional (APO) que resultou na aprovação da licença para a Bacia Potiguar pode facilitar a liberação, por parte do Ibama, da exploração nas demais bacias da Margem Equatorial. A APO é a simulação de um procedimento de emergência contra desastre ambiental, que contou com embarcações, drones, helicópteros e equipes de contingência.

“A licença foi dada. Vamos fazer a operação com muito sucesso. A expectativa é de ainda no primeiro semestre do ano que vem ou, no mais tardar, ao longo de 2024, ir rumo ao Amapá para perfurar a margem Equatorial.”
 
A Petrobras pretende furar 16 poços em toda a margem. “A Petrobras é o melhor e mais habilitado operador de petróleo no mundo para fazer essa operação e, se isso não acontecer agora, não acontecerá mais. Se não acontecer com a Petrobras, ninguém mais fará”, ressaltou.

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